Artigo: Preparação do Profissional de Educação Física na Prática de Primeiros Socorros no Âmbito Escolar

Muitos alunos têm o contato com modalidades esportivas pela primeira vez dentro da aula de educação física. Por ser um… [ ]

1 de setembro de 2019

Muitos alunos têm o contato com modalidades esportivas pela primeira vez dentro da aula de educação física. Por ser um espaço onde os alunos têm liberdade de correr, pular, saltar e vivenciar novas experiências motoras, há muitas ocorrências de acidentes e dos mais diversos tipos, ocorrendo na maioria das vezes durante a pratica de atividades físicas esportivas. Por isso é essencial que o profissional da educação física escolar esteja preparado para lidar com as mais variadas causas de acidentes.

 Marxssuel Santos Silva – Acadêmico de Educação Física na UNOPAR – SÃO LUIS – MARANHÃO

Em estudo realizado por estudantes do curso de Educação Física, mostrou que na cidade de São Luís – MA, dos professores de educação física escolar que tiveram a disciplina de Primeiros Socorros na grade curricular, cerca de 71% acredita que o conteúdo abordado não foi o suficiente para as necessidades encontradas dentro da escola e que 83% dos profissionais já vivenciaram situações de emergência e acidentes na escola, mas somente 50% acreditam estar preparados para prática de primeiros socorros, outros 22% consideram parcialmente preparados, ou seja, verifica-se em relatos durante a pesquisa que só conseguiriam agir caso fosse em situações básicas.

De acordo com os professores que participaram desta pesquisa, as causas mais comuns de acidentes na escola são, Quedas (72%), Torções (72%), Fraturas (33%), Choques (28%), Desmaio (28%), Engasgamentos (22%), Cortes (22%), Ingestão de Substâncias Químicas “ISQ” (6%), Parada Cardiorrespiratória “PCR” (6%) e Crise Convulsiva “CC” (6%).

Já ao serem questionados sobre as causas em que se consideram incapazes de agir obteve-se os seguintes dados: Picada de Animais Peçonhentos “PAP” (61%), Ingestão de Substâncias Químicas “ISQ” (39%), Parada Cardiorrespiratória “PCR” (39%), Crise Convulsiva “CC” (33%), Cortes (28%), Engasgamentos (17%), Queimaduras (17%), Fraturas (11%), Desmaio (11%), Choques (6%) e Torções (6%).

Além da eficácia do conteúdo estudado durante a graduação o estudo ainda aborda questão sobre a preparação na prática de primeiros socorros, vivência em emergências e acidentes, agir de maneira correta, causas mais comuns de acidentes, causas em que os profissionais se consideram incapazes de agir, avaliação de Parada Cardiorrespiratória e a necessidade da preparação em primeiros socorros.

Através dos dados obtidos na pesquisa ficou evidente que há uma necessidade de oferta de capacitação aos profissionais de educação física licenciados. Sendo que, 100% dos profissionais acreditam que é preciso oferecer cursos de formação continuada. Pois em algumas cidades do pais, buscando diminuir os indicies de acidentes, é oferecido cursos de capacitação em primeiros socorros aos funcionários de escolas públicas.

Veja o artigo completo AQUI.

Djair Prado, Cursando Jornalismo (EAD) pela Universidade Estácio de Sá – 2º período, é bacharel em Administração pela Universidade Federal do Piauí (UFPI – Campus Parnaíba) e atuo desde 2015 na área jornalística, por meio do Blog Djair Prado, em toda a região do Baixo Parnaíba, Delta do Parnaíba e Lençóis Maranhenses.