Febraban alerta para seis tipos de golpes financeiros em alta no Brasil

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) tem investido em campanhas de conscientização para alertar a população sobre golpes financeiros. Em… [ ]

22 de janeiro de 2024

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) tem investido em campanhas de conscientização para alertar a população sobre golpes financeiros.

Em caso de suspeita de golpe, a entidade orienta as vítimas a notificar imediatamente o banco, bloquear o aplicativo e senha, e fazer um boletim de ocorrência.

A Febraban destaca seis tipos de golpes em evidência:

  1. Golpe do falso funcionário: O fraudador se passa por funcionário do banco, solicitando dados pessoais e financeiros. Recomendação: Desconfiar, desligar, e contatar a instituição pelos canais oficiais.
  2. Golpe do 0800: Golpistas enviam SMS informando sobre transações suspeitas, pedindo contato através de um número 0800 falso. A orientação é não ligar para esses números e verificar com o banco através de canais oficiais.
  3. Golpe do acesso remoto: Fraudadores fingem ser funcionários, enviando links para instalação de aplicativos que, na verdade, instalam malware. A Febraban enfatiza que o banco nunca pede instalação de aplicativos para resolver problemas na conta.
  4. Golpe do Falso Brinde ou Falso Presente de Aniversário: Em datas comemorativas, criminosos oferecem brindes, insistindo para que a vítima receba pessoalmente e cobrando uma taxa. Recomendação: Não fornecer dados pessoais, desconfiar de presentes inesperados e conferir valores na maquininha.
  5. Golpe de engenharia social com WhatsApp: Criminosos usam números de celulares obtidos em redes sociais, solicitando transferências via Pix alegando situações de emergência. A orientação é ter cautela com a exposição de dados em redes sociais e verificar mudanças de número.
  6. Golpe do falso leilão/falsas vendas: Golpistas criam sites falsos de leilão com preços abaixo do mercado, pedindo transferências e não entregando os produtos. A recomendação é pesquisar sobre a empresa, verificar CNPJ e evitar transações em sites sem cadeado de segurança.

via: O Imparcial

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