Araioses começa a escrever uma nova história também quando o assunto é meio ambiente. Por muitos anos, o lixão a… [ … ]
24 de abril de 2026
Araioses começa a escrever uma nova história também quando o assunto é meio ambiente. Por muitos anos, o lixão a céu aberto fez parte da paisagem e da rotina da cidade, trazendo junto o mau cheiro, a fumaça, a poluição e os riscos à saúde. Quem passava pelo local sabia: não era só lixo, era um problema que afetava diretamente a vida das pessoas.
Mas essa realidade começou a mudar. Em pouco mais de um ano de gestão, o prefeito Neto Carvalho colocou fim a uma situação que parecia permanente. Com organização e decisão, o município deixou de descartar resíduos de forma irregular e passou a dar um destino correto ao lixo produzido na cidade.
Hoje, todo o material coletado em Araioses está sendo encaminhado para um aterro sanitário licenciado na cidade de Buriti dos Lopes, no Piauí. Uma mudança que pode até parecer simples para quem vê de fora, mas que representa um avanço significativo para a saúde pública e para o meio ambiente.
E quem mora perto da antiga área do lixão sente essa diferença de perto. “Antes era muita fumaça, mau cheiro o dia todo. A gente vivia com medo por causa da saúde, principalmente das crianças. Hoje está bem melhor, mudou mesmo”, relata um morador da região.
Quando se olha para além de Araioses, esse avanço se torna ainda mais relevante. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (ABRELPE) mostram que cerca de 40% dos resíduos sólidos no Brasil ainda têm destinação inadequada. No Maranhão, a realidade é ainda mais desafiadora: mais de 70% dos municípios ainda utilizam lixões a céu aberto.
É nesse cenário que Araioses passa a fazer parte de uma parcela menor, cerca de 30% das cidades maranhenses que já avançaram para uma destinação ambientalmente correta dos resíduos. Um dado que, por si só, mostra o tamanho da mudança que está acontecendo.
O fim do lixão não é apenas uma ação administrativa. É menos poluição no ar, menos risco de doenças, mais dignidade para quem vive na cidade. É uma mudança que não aparece só em números, mas no dia a dia das pessoas, no ambiente mais limpo e na sensação de cuidado com a cidade
Fonte: SECOM.
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